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América Latina e Caribe é a região mais desigual do mundo, e esta característica constitui um obstáculo maior para a redução da pobreza, o avanço em desenvolvimento humano e a ampliação das liberdades e opções das pessoas.
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Como podemos interromper o círculo vicioso da desigualdade na região? Que políticas públicas podem ser desenhadas para evitar que a desigualdade continue sendo transmitida de uma a outra geração? Este primeiro Informe Regional sobre Desenvolvimento Humano para América Latina e Caribe 2010 propõe respostas a essas perguntas e implica uma convocação para atuar, hoje, sobre o futuro.

  • O diagnóstico: Na América Latina e no Caribe a desigualdade é alta, persistente e se reproduz num contexto de baixa mobilidade socioeconômica.
  • As causas: Existem mecanismos tanto nos lares quanto no sistema político que reforçam a reprodução da desigualdade.
  • A recomendação: Elaborar e aplicar políticas públicas com Alcance (que cheguem às pessoas), com Amplitude (que contemplem o conjunto de restrições que perpetuam a pobreza e a desigualdade) e com Apropriação (as pessoas devem sentir-se e ser agentes de seu próprio desenvolvimento).
  • A mensagem: Sim, é possível interromper a transmissão intergeracional da desigualdade na região.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) afirma que a desigualdade importa no espaço das liberdades efetivas, da ampliação das opções de vida realmente disponíveis, para que todos possamos escolher com autonomia.
 
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Este Informe conta com o patrocínio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) como parte da iniciativa “Ampliando o espaço de políticas para o Desenvolvimento Humano na América Latina e no Caribe”. © Todos os direitos reservados. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) 2010
A análise e as recomendações publicadas neste website não refletem necessariamente as opiniões do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, de sua Direção Executiva nem de seus Estados Membros.